Aurora extraiu a quitina da casca do camarão, após estudar a composição. Este é carboidrato encontrado em conchas de crustáceos, como: lagosta, camarão e caranguejo, além de alguns insetos. Posteriormente combinou a quitina com a fibroína, proteína insolúvel que compõe os bichos-da-seda e fez processamento químico que resultou no protótipo do bioplástico com as características de ser flexível, durável, insolúvel e transparente.
Blog IRSFD
Vacina de Covid comestível ? Sim, é possível!!! Está na fase 1 da pesquisa.
Os pesquisadores do Instituto Politécnico do Porto (IPP), em Portugal estão trabalhando no projeto denominado Agro4COVID em que estão desenvolvendo uma vacina contra a Covid -19 comestível em formato de iogurte líquido ou suco, aditivado por extrato de cenoura geneticamente modificada.
Começar uma nova tradição
O Natal é tradicionalmente uma comemoração cercada de memória afetiva, principalmente em relação aos alimentos. Desde crianças estamos acostumados a consumir produtos característicos dessa época do ano, dentre eles alguns produtos cárneos, como: lombo, leitão e aves assadas.
Diversos estudos revelam impactos negativos da alimentação de origem animal – exemplo: a produção de carne bovina provoca emissão de gases efeito estufa, consome muita água e provoca degradação de florestas e de seus biomas, contribuindo para a mudança climática. Há também os impactos negativos para a agricultura familiar e comunidades indígenas e de quilombolas.
Por conta desse cenário e de outros fatores menos técnicos e mais filosóficos temos cada vez mais pessoas aderindo a movimentos vegetarianos, flexitarianos e outros.
Um desses outros movimentos é o Meatless Monday que prega que pelo menos um dia por semana não se consuma carne. Embora pareça pouco, veja o impacto potencial dessa ação no infográfico da Sociedade Vegetariana Brasileira que ilustra esse post.

Figura 1: Infográfico da Sociedade Vegetariana Brasileira – Impacto ambiental positivo da redução de consumo de carne.
Os veganos vão além – o termo foi criado em 1944, pelo fundador da The Vegan Society, Donal Watson – sua ideia central é excluir todas as formas de exploração e crueldade animal, e não consumir também laticínios, ovos, carnes, peixe, aves e mel. Os defensores do veganismo se abstêm ainda do uso de cosméticos, roupas, produtos de limpeza, higiene pessoal, serviços e qualquer atividade que use insumos que impliquem em crueldade animal em qualquer etapa da produção. Alguns autores atribuem-lhes a conotação de radicalismo, uma vez ao pé da letra, uma série de produtos que trazem inúmeros benefícios à humanidade e à nossa saúde não poderiam ser consumidos, como inúmeros fármacos que ainda não se consegue testar sem o uso de animais.
Mas se você partilhar dessas preocupações e quiser evitar o consumo de animais nas festas de final de ano você pode optar pelos alimentos chamados plant based.
PLANT BASED
O termo “plant based” foi originalmente apresentado na década de 1980, pelo Dr. T. Colin Campbell. Na época, foi usado para definir dietas com alto teor de fibras vegetais e baixo teor de gorduras. O foco era enaltecer os benefícios para a saúde, diminuindo o consumo de produtos de origem animal, sem se apegar a valores éticos e morais das dietas veganas.
O termo plant based é adotado pela indústria para se referir a produtos alimentícios à base de vegetais, não necessariamente integrais e naturais. O principal motivo é agradar uma base mais ampla de consumidores que não consomem produtos de origem animal, ou que reduziram o consumo e que não necessariamente são veganos.
Produtos natalinos plant-based
Se você gosta da ideia do plant-based, o mercado já dispõe de diversas opções de produtos tipicamente natalinos nessas versões – ilustramos esse post com alguns deles.
Os disponíveis no Brasil:
- Lombo de jaca verde com temperos – marca Fazenda Burin
- Bacalhau Incrível, marca Seara
- Tiras de frango, Verdali
Os disponíveis nos Estados Unidos:
- Vegan whole turkey, marca Vegetarian Plus
Produto em formato de Peru, com cavidade para recheio.
- Ham Style Roast, da Tofurky – Tender com sabor defumado e caramelizado.
Autor: Maria Isabel Raya – Assistente em Cultura de Segurança de Alimentos na Food Design
Mini CV:
Especialista em Logística e Supply Chain – Unimais
Green Belt – Lean Six Sigma
Bacharel em Engenharia de Alimentos – UFRRJ
Fontes:
Ceia de Natal: Milhões de animais mortos para a festa natalina – Perita Vegana
Já é possível comprar produtos Tofurky® de qualquer lugar do Brasil (vista-se.com.br)
Tiras de Frango Verdali – 230g – Unaveg
IRSFD – Comemora Dia Mundial do Macarrão
As massas alimentícias podem ser definidas como produtos obtidos da farinha de trigo (Triticum aestivum L. e ou de outras espécies do gênero Triticum) e ou derivados de trigo durum (Triticum durum L.) e ou derivados de outros cereais, leguminosas, raízes e ou tubérculos, resultantes do processo de empasto e amassamento mecânico, sem fermentação segundo a Resolução da ANVISA nº263 de 22 de setembro de 2005. Nela é definido também a classificação dos produtos em: secos, frescos, pré-cozidos, instantâneos ou prontos para o consumo, em diferentes formatos e recheios. A massa alimentícia, quando obtida, exclusivamente, de farinha de trigo (gênero Triticum) pode ser designada de “Macarrão”.
SÉRIE IRSFD – MELIPONICULTURA – Conheça a meliponicultura
O Royal Geographical Society de Londres declarou as abelhas como os seres vivos mais importantes do planeta, porém, é importante ressaltar que esse título não é unicamente da Apis melífera. Embora ela seja a espécie mais conhecida ela não é a única que realiza a polinização, muito menos é a única que produz mel e própolis.
Comur – Conservas Portuguesas – Inovação ou Tradição?
Com o ano de fundação de 1942, a Comur, na Murtosa, Aveiro, é atualmente uma das maiores indústria conserveira portuguesa. O produto pioneiro foram enguias focado para o mercado exterior para possibilitar a difusão do sabor peculiar das feiras locais da Ria de Aveiro, que somente vendiam o produto fresco. Posteriormente aumentou o seu portfólio de produtos contando hoje com cerca de trinta variedades de conservas, ricas em detalhes e resultantes da experiência das mais de cem mulheres, por meio de produção artesanais aliado com um conhecimento de décadas, contando com iguarias singulares.
𝐎 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐞𝐫𝐫𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐧𝐚 𝐥𝐮𝐭𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐚𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐚 𝐟𝐨𝐦𝐞?
Diariamente, apenas visualizar as atitudes que temos plantado e regado não criarem raízes fortes ao que diz respeito a luta para acabar com a fome global. É importante pensar novas abordagens para tratar a insegurança alimentar e como a tecnologia está ao nosso favor para colher os resultados significativos.
É de suma importância lembrar, além de colocar em primeiro lugar, qual a qualidade do alimento que está sendo ofertado. A doação está sendo uma esmola em formato de comida ou uma mesa de banquete?
“Local Food”: uma tendência além da sustentabilidade
Soluções mais sustentáveis é uma tendência irreversível. As regiões que produzem para abastecer as populações locais oferecem alimentos com mais frescor, mais qualidade, menos gastos com combustíveis, consequentemente menos emissão de gases do efeito estufa, fortalecendo essa tendência. Produzir localmente gera empregos, incentiva e incrementa a economia local. Valorizar os produtos locais ajuda a melhor estruturar o meio ambiente e a sociedade. Essa tendência vem sendo chamada internacionalmente como “local food”.
Próximos Passos do Programa Global Markets APAS
A segunda edição do Fórum Global Markets no Brasil foi um sucesso: um total de 363 inscritos dentre profissionais da área do varejo, da indústria, produção rural e várias outras especializações.
Os pilares do bem-estar animal: as cinco liberdades
No século XXI, a agricultura passou por várias mudanças, dentre elas a valorização do bem-estar animal – BEA, além da gestão da qualidade que passou a ser realizada em toda a cadeia do produto. Aspectos na criação do animal como: afeto e liberdade de expressão do comportamento durante sua vida, passaram a ser relevantes. Esses estão correlacionados não apenas ao mercado consumidor, que está cada vez mais exigente, mas também com os profissionais estudantes da área.
Corredor de supermercado: alimentos sem plástico?
O desenvolvimento de embalagens sustentáveis de alimentos já é realidade global. Nesse contexto o supermercado Ekoplaza, em 2018, lançou o primeiro corredor sem plástico, em Amisterdã. Por volta de 700 itens estão no portfólio: cereais, molhos, laticínios, chocolates, snacks, carnes, frutas e vegetais. As embalagens empregadas são: de biomateriais, de vidro, metal ou cartão.
Suspeita de trabalho escravo de macacos leva grande redes de varejo a cortarem o fornecimento
A Gestão de fornecedores é de extrema importância para garantir a produção de um alimento seguro e com qualidade, considerando-se também as três esferas da sustentabilidade: economia, sociedade e meio ambiente para assegurar o fornecimento dos produtos, garantir a credibilidade e satisfação dos consumidores. Uma suspeita de trabalho escravo animal de uma empresa que produz alimentos à base de coco levou a várias redes de varejo a cortarem o fornecimento dos produtos dessa organização.